quinta-feira, 26 de junho de 2014

Topiárias Francesas

          Já falei algumas vezes sobre topiárias, a arte de recortar plantas, folhas e galhos, dando formas bem definidas, simples e elegantes para decoração de jardins e interiores.



        Os moldes podem ser geométricos, figuras humanas, de animais, é a arte da escultura viva!



           As plantas usadas nas topiárias são lenhosas, tem pequenas folhas que produzem folhagens densas para poder ser desenhada.



        Buchinho, louro, azevinho, murta, ligustro são algumas mais usadas nesta arte, muitas vezes são feitas estruturas de arame para dar forma para orientar as tesouras de  maneira a encontrar os limites dos desenhos.




        Jardins franceses apresentam topiárias de formas rigidas e formais, tal como são vistas nos jardins de Versailles, por exemplo.



          O jardim Marquessac, no Perigord, é um tipico jardim de topiárias francesas, sem flores, com formas abstratas, assim como muitos outros são feitos da mesma forma.



          Jardins históricos nos mostram esta técnica de paisagismo em canteiros verdes e com ervas medicinais, podem ser feitas em vasos e colocados até dentro de casa para decorar ambientes com muita elegancia.



          As topiárias dão a sensação da grandiosidade nos jardins, colocadas nos caminhos e passeios possuem um estilo próprio, e são encontradas em muitos jardins de Palacios e Castelos europeus, uma arte linda de recortar plantas.




quarta-feira, 25 de junho de 2014

Chateau de Malmaison

         O Chateau de Malmaison e' um palácio em Rueil Malmaison, a 12 km de Paris, um lugar aonde Napoleão e Josefina organizavam festas e banquetes com as belíssimas porcelanas de Sevres.




          Um exemplo autêntico da era Imperial, o castelo e' uma jóia preciosa do Primeiro Império francês.



          O Chateau de Malmaison foi a residência de Napoleão e Josefina Bonaparte, tem um mobiliário lindo, tapeçarias, trabalhos em madeira e pinturas que o tornaram a "pérola do império napoleônico".




          Considerada uma das mulheres mais marcantes da história da França, Josefine tinha nas artes e nos jardins sua ocupação, até 1800 havia colecionado mais de 450 obras de arte entre telas e esculturas.



          Elegante e conhecedora do mundo da moda e decoracao foi ela quem escolheu pessoalmente a decoracao do Chateau e de seu apartamento na Rue de la Victoire.


         Na Primavera de 2014 foi feita a primeira exposição sobre a paixão de Josefine pela botânica e a abertura do primeiro Jardim de Rosas, nos jardins do castelo visita-se o legado maravilhoso dela para o mundo: flores e pássaros em meio a beleza natural.



terça-feira, 24 de junho de 2014

Sinos

      Que gostoso é o badalar dos sinos...um som antigo, bom de ouvir!



       Há sinos se bronze, antigos, os de campanários de igrejas, o mais famoso é o Liberty Bell que está na Philadelphia, nos estados Unidos.



        O maior sino de bronze já fundido está no Kremlim, em Moscou, Russia, é o Tsar Kolobol.



        Os primeiros sinos eram dos mosteiros beneditinos e o mais antigo é considerado o da Vila de Coruche, em Portugal, datado de 1287, o sino da Catedral de Notre Dame, em Paris, da Abadia de Ettal, na Alemanha, da Catedral de Viena, Áustria, sinos tibetanos, tailandeses, dos mosteiros budistas, os antigos sinos chineses.




        Formas e pesos sempre variaram através dos séculos e muitos trazem suas tradições históricas como nos antigos carros de bombeiros e nas embarcações para localizar náufragos, havia o sineiro, o profissional que se pendurava numa ponta da corda para que os sinos badalassem.



       Os sinos anunciam a chamada, badaladas dos sinos da igrejas, os sinos das escolas, os que são colocados no pescoço das vacas, das cabras de forma a localizá-las, os sinos na entrada das casas anunciando o visitante, os sinos de mesa, os de feng shuis para proteção, os sinos do Natal e muitos com outros...



             Sinos marcam hora, trazem emoções em seus sons, mensagens sonoras, é o tintilar da chamada!




segunda-feira, 23 de junho de 2014

The Garden Cosmic Speculation

      Localizado na Escócia, este jardim The Garden Cosmic Speculation, fica perto de Dumfries, foi criado por Charles Jenks, arquiteto paisagista americano feito em formas geométricas.




       O jardim inspirado na Ciência e na Matemática nos mostra esculturas e paisagismo diferentes, não possui muitas plantas, mas é um ambiente natural com simetria e curvas interessantes.



      É um jardim particular aberto ao público no dia primeiro de cada ano, para arrecadar fundos para o Centro Maggie, uma instituição de caridade com o nome da esposa de Jenks.



       O americano Michael Gandolfi, compositor orquestral tem o jardim como tema de uma de suas composições, gravada com a orquestra Sinfonica de Boston.



       Ali fica a residência de Janks, o jardim  segundo êle, tem um design que é orientado pelos elementos básicos que fundamentavam o cosmos, por isso é tão diferente.



       O jardim possui 5 grandes áreas ligadas por lagos artificiais, pontes e obras arquitetônicas, escadarias, terraços numa encosta verde, que representam a história da criação do universo.



       Um lugar original, um jardim diferente, leva o visitante a uma outra ótica verde, é um conceito!
       Segundo seu criador: um monólogo sobre o universo!